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Como funciona o processo de inventário de GEE, desde a coleta de dados até a análise e relatório?

Segundo o levantamento realizado pelo Fórum Econômico Mundial, os riscos relacionados à mudança climática ocupam duas das cinco posições mais críticas nos próximos dois anos, e as quatro primeiras posições nos próximos dez anos. 


Esse contexto todo representa a importância da ação climática e da resiliência por parte das organizações como um todo, visando lidar de forma menos crítica com os riscos relacionados a esse impacto. 


Diante disso, a importância de criar um plano de descarbonização é extremamente relevante para que as empresas consigam, de fato, definir em quais ações agir para obter resultados mais eficientes. Para chegar a tal plano, é necessário quantificar suas emissões. 


A metodologia mais utilizada para tal quantificação é o GHG Protocol (Método internacional), que auxilia as organizações a quantificar os gases de efeito estufa emitidos e convertê-los em uma unidade padrão reconhecida, denominada CO2e (Carbono equivalente). Esta unidade equivale a todos os gases de efeito estufa quantificados pelo seu impacto na mudança climática, visando estabelecer uma única quantificação para tornar as ações da organização efetivas. 


No Brasil, devido às diversas peculiaridades relacionadas às emissões de gases, foi desenvolvido o Programa Brasileiro GHG Protocol, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Este programa estabeleceu emissões específicas, baseadas nas fontes de energia nacionais, tipos de combustível utilizados e outras questões pontuais, com o intuito de tornar os inventários nacionais mais próximos da realidade. 


Após estabelecer o método a ser utilizado, a organização deve definir o escopo de abrangência de seu inventário. Este escopo pode ser incompleto (apenas emissões relacionadas à energia ou relacionadas às suas operações diretas) ou completo (onde a empresa pode inventariar todas as suas emissões diretas e relacionadas à energia, ou ainda incluir as emissões relacionadas às atividades indiretas, como de fornecedores e prestadores de serviço). A definição de escopo auxilia a empresa a entender em quais contextos atuará e quais atividades farão parte de seu plano de descarbonização. 


Com os dados levantados, a organização poderá definir, de acordo com o volume de emissões, em quais atividades deverá priorizar seus esforços e, assim, atuar de forma mais efetiva. 


O processo de análise desse inventário pode ser complexo. A organização pode enfrentar desafios, como a dificuldade de estabelecer quais ações priorizar e ainda não ter em seu know-how ações que sejam efetivas e tenham custo-benefício atrativos. Para isso, é sempre importante que a organização conte com suporte técnico para que seu plano seja estabelecido de forma a gerar resultados e ainda possa atrair a participação de seus stakeholders nesse processo. 


A construção dos inventários de GEE também não é uma tarefa simples, requer conhecimento técnico e as ferramentas adequadas para que seus resultados representem a verdade. Nesse processo, a ESG Now preparou uma ferramenta que promete revolucionar o mercado de inventariação de gases de efeito estufa com o módulo ESG Carbon. Este realizará, de acordo com a interação dos dados das organizações, os inventários de Gases de efeito estufa de forma automatizada, reduzindo riscos de cálculos e otimizando o tempo para sua execução. 


Agende uma demonstração e conheça a ferramenta mais completa e democrática para gestão ESG em sua organização. 


Autor: Luiz Goi | Head ESG na ESG Now


 

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